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Browser Game da Semana: Synopsis Quest Deluxe, sátira aos Jrpgs

Synopsis Quest Deluxe

Na estréia do site, trazemos pra você a primeira recomendação semanal de Browser Game. Neste primeiro post da coluna, apresentamos o Synopsis Quest Deluxe.

Desenvolvido pela Skipmore, desenvolvedora japonesa de mini jogos para aparelhos móveis, é um browser game composto de várias mini-quests e puzzles, satirizando os Jrpgs tradicionais.

Os controles são simples: setas direcionais do teclado para movimentação e barra de espaço para interagir com objetos, passar o texto dos diálogos na tela e falar com outros personagens. Você pode jogar as quests em ordem, da primeira à última, ou começar pela última quest, no fim do jogo, depois pular pro início, etc. A escolha é sua.

Escapando da Prisão

O jogo é divertido, exige pouco tempo. Eu joguei várias quests seguidas, todas super curtas, e cheias de pegadinha – o jogo é simples, mas é preciso pensar um pouquinho, às vezes. 😉 Eu ri bastante até perceber o que estava fazendo de errado.

A primeira só vai te ensinar a se movimentar pela tela, andar até um baú, abrí-lo usando a barra de espaço. Na segunda, você vai criar seu personagem (lutador, mago, herói), usando direcionais e barra de espaço para selcionar. Na terceira, aparentemente simples, você deve entrar no castelo. Cuidado! Tem um pegadinha ali! (Dica: você não precisa andar só em linha reta até seu objetivo).

Vale a pena perder alguns minutos. 🙂


Impressões: Being Human UK x Being Human US

*Post publicado originalmente no meu extinto blog Satelite5, em 10 de fevereiro de 2011.

falei antes sobre Being Human, a versão original britânica. Basicamente, é uma série que fala sobre um vampiro, um lobisomem e uma fantasma dividindo uma casa e tentando resgatar sua humanidade, vivendo como pessoas normais, embora sejam seres sobrenaturais.

Mitchell, George e Annie, em Being Human UK

Being Human UK (britânica) já está na 3a temporada, que estreou dia 23 de janeiro e terá mais 8 episódios, sempre exibido pela BBC Three, tendo as duas temporadas anteriores, respectivamente, 6 e 8 episódios, todos exibidos sempre nesta época do ano. Já Being Human US (americana) está na 1a temporada, tendo estreado dia 17 de janeiro, pelo canal SyFy, com primeira temporada prevista para 13 episódios.

Não nego e não escondo que sou completamente fã da versão original, e com receio, mas com a mente aberta, que decidi assistir o remake. No geral, gosto muito das séries e miniséries do SyFy, como Alice, Tin Man, Haven… Mas esse remake não me agradou nadinha, mesmo eu tendo assistido de mente aberta.

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The X-Files: Eu Quero Acreditar

*Post publicado originalmente no meu extinto blog Satelite5, em 1° de janeiro de 2011.

Arquivo X — Eu Quero Acreditar (The X Files: I Want to Believe), foi lançado no Brasil em 25 de julho de 2008, ou seja, não é um filme novo. Misto de drama, mistério e ficção científica, como a série da qual se originou, tem pouco mais de hora e meia de duração, e traz de volta os agentes Fox Mulder e Dana Scully, neste segundo filme da franquia. A direção segue por conta de Chris Carter.

Apesar de o filme ser antigo, e de ter assistido toda série em sua época, bem como o primeiro filme, somente recentemente consegui assistir este segundo filme.

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Séries de TV subestimadas: Being Human

*Post publicado originalmente no meu extinto blog Life Theory em 03 de fevereiro de 2010, antes de haver versão americana da série.

Sabem aqueles seriados excelentes, que você adora, mas acabam sendo subestimados, pouco conhecidas aqui no Brasil? Being Human é uma delas. Uma de minhas séries de TV favoritas, é britânica e, salvo engano, não é o tipo de seriado que se vê por aqui nos canais de tv a cabo.

Claro que há fãs brasileiros, e se encontra net a fora os episódios legendadinhos em português, mas ainda são poucos. Na minha opinião, chega a ser triste, principalmente vendo coisas como Crepúsculo fazendo sucesso aqui. Being Human é um seriado para quem é fã de vampiros e lobisomens e fantasmas, além de ser apresentada de forma inteligente, sem a melosidade, e agradaria fãs mais hardcore de seres do gênero e, até mesmo, quem sabe, fãs de atrocidades como Crepúsculo (sem querer ofender os fãs de Crepúsculo, entendo quem goste, mas para mim é atrocidade).

Mas o que é Being Human?

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Coisas que andei assistindo: Coraline, Três Vezes Amor e Mr. Nobody

*Post publicado originalmente no meu extinto blog Life Theory, em 24 de setembro de 2010.

Aproveitei os feriados para assistir muitos seriados e filmes, dentre os que assisti, eis os que mais curti:

Coraline

Coraline

Sinopse por Wikipédia:

O filme conta a história de Coraline Jones, uma menina que se muda com sua família para uma enorme casa chamada Palácio Cor-de-rosa. A garota, ao tentar encontrar um velho poço, faz um novo amigo, Wybie. A avó de Wybie o contou uma história sobre sua irmã, que visitou o Palácio Cor-de-rosa e nunca mais voltou. Sem conseguir atenção dos pais, a menina passa a explorar as inúmeras portas do local e acaba abrindo uma portinhola que dá para outra dimensão, bastante similar à sua; porém, todos têm olhos de botões, tudo é o como sempre desejou que fosse, mas isso é só o que ela pensava… Em certo ponto, a “outra mãe” decepciona-a colocando-a de castigo dentro do espelho.

Lá, Coraline encontra a irmã da avó de Wybie, junto a mais uma menina e um menino, que também foram iludidos pela Bela Dama (nome verdadeiro de sua “outra mãe”). Os três deixaram-na costurar botões em seus olhos, e a Bela Dama comeu os olhos e também o corpo das crianças.

Quando chega em casa, ela não encontra seus pais, então parte para a passagem secreta e aposta com Bela Dama que encontraria os olhos das crianças fantasma. Caso encontrasse, ela libertaria as crianças e seus pais, caso não, ela poderia costurar os botóes nos olhos de Coraline. Ela começa, então, sua desesperada busca pela liberdade, sua, das crianças e de seus pais.

O que achei: bom, é Neil Gaiman, né? Então é fantástico. A animação foi muito bem feita e Coraline é bem como eu a imaginava lendo o livro. Até agora não entendi porque acrescentaram Wybie no filme: ele não existe no livro. É uma animação até fiel ao livro, para uma adaptação, e perfeita para pessoas de todas as idades. Só recomendo que não fiquem só no filme: leiam o livro, consegue ser mais assustador e deslumbrante!

E visitem o site do filme, é encantador.

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